Mostrando postagens com marcador nfl. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nfl. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de maio de 2014

Maconha e esportes...102



Acabei de voltar da 12 ª Marcha da Maconha do Rio de Janeiro. A festa que não tinha hora pra acabar no Arpoador, acabou não rolando por causa da chuva. Voltei encharcado e mais criativo.

Informação de sobra na Marcha da Maconha do Rio de Janeiro!


Deu saudade do sol? Clica aí...

Emendei na finalização do ensolarado capítulo 102 de Ipanema Allteen e viajei na temática maconha e esportes, já que estamos sediando uma etapa do WCT, circuito mundial de surf, na Barra da Tijuca.

Nos anos 80, surf era considerado esporte de “vagabundo”.  Todo surfista tinha fama de maconheiro, mas olha só que ironia, hoje vemos até marcas de cerveja patrocinando os campeonatos (meio nada a ver na minha concepção). A grana de patrocinadores como esses, até então inusitados à cena, ajudaram a “glamourizar” o esporte e transformar surfistas em popstars.

Faz tempo que não acompanho as novidades desse mundo, mas pensando nas cifras envolvidas e no nível de competição dos dias atuais, me pergunto se os surfistas profissionais continuam sendo maconheiros, como pregava o estereótipo nos anos 80, já que a ASP adotou os testes anti-doping recentemente, para punir surfistas que estivessem usando estimulantes e drogas recreativas como a maconha. O mais engraçado é imaginar qual vantagem ela traria pra um surfista numa competição tão acirrada, já que a erva dá aquela relaxada. Na verdade, lá fora existem trocentos tipos de erva e cada uma age de um jeito, mas ainda assim, competição exige foco total. Enquanto continuamos no prensado graças à política proibicionista que impera no mundo.


Kelly surfando "The Box", em Margareth River. Surfei aí em 2001!

Hipocrisias à parte, o 11x campeão mundial Kelly Slater comentou sobre o caso do snowboarder Rossi Rebagliati, que ganhou a prova de slalom masculino no Winter Games de Nagano e foi pego nos testes, pelo uso da erva sagrada.

“Será que a maconha ajudou ou atrapalhou? Eu acho que teria o desacelerado”, comentou Slater sobre o episódio. Fonte: LAYBACK

E o futebol? Imagine se os 22 jogadores dos dois times fumassem uma bomba e entrassem em campo. Teríamos um jogo mais criativo e com mais gols ou um bando de palermas batendo cabeça, seguindo a velha imagem de bobões que os proibicionistas atrelaram aos efeitos da planta. De qualquer maneira, o futebol americano tem visto a erva com outros olhos, e a NFL cogita liberar maconha medicinal para os jogadores.


Enfim, a parte boa dessa história é que não existe anti-doping na altinha. E a criatividade continua imperando!

 O teaser é um festival!